Neymar: Dos dois lados da moeda
Olá a todos de novo, tudo bem? Primeiramente quero desejar a todos que estão lendo um feliz 2017, e que todos possam realizar seus sonhos e objetivos, além de muita saúde, paz e união! Falando em 2017 no mundo do futebol, ele está muito agitado, cheio de expectativas, contratações de diversos times e tudo mais, e tem tudo pra ser melhor do que 2016.
Hoje estarei falando de Neymar. Da primeira vez que escrevi um texto sobre ele aqui no blog foi a respeito da ausência do craque na disputa da bola de ouro de 2016. No lugar dele está Antoine Griezmann, do Atlético de Madrid. Mas hoje o assunto será diferente, estou falando dos dois lados de Neymar; De um lado ele é gênio, driblador, um ótimo finalizador, assistente, ousado e alegre dentro das quatro linhas, que esbanja habilidade com a pelota nos pés, e que principalmente não se intimida e não se acovarda diante dos tantos marcadores que fazem de tudo para afligir e atormentar a vida da joia do Barcelona.

Mas do outro lado está seus pontos negativos; que faz faltas perigosas nos adversários, temperamental, conflituoso, briguento e que por vez em quanto se arruma em certas confusões com outros jogadores. E isso está presente nele desde quando era comandado por Dorival Jr, em 2010, e de lá para cá, parece que não mudou tanto sua conduta. Naquela época a diretoria errou feio em demitir o então técnico do Santos, e deveria punir também Neymar, e não "passar a mão" na cabeça do jovem. Não estou falando em mandá-lo embora, e sim que ela deveria ter mais pulso quanto ao atacante. Quantas vezes você, que acompanha o futebol, viu Neymar metido em algum desentendimento ou enfrentamento com demais atletas numa partida? Muitas, não é? Exemplos não faltam, como aquele recente jogo contra a Colômbia, em 2015, no jogo contra o Granada, pela Liga Espanhola, na partida contra a Ponte Preta, em 2013, ou contra o Alético de Madrid, quando foi pra cima de Juanfran.
Esse será um ano na qual participará de titular nos jogos da seleção brasileira, nas eliminatórias para 2018, e a amarelinha está em boas mãos, comandada por Tite. Todos conhecem do que é capaz. Além de um ótimo professor, é um gestor de pessoas, o que quase não se vê no cenário nacional atualmente. Ele é muito capacitado pra fazer com que Neymar possa mudar seu comportamento dentro e também fora de campo, quando muitas vezes também é muito polêmico no que posta nas redes sociais. Acredito muito que isso dê certo, e a gente torce que o resultado seja positivo.
Neymar tem muita personalidade e talento para um dia ganhar o prêmio de melhor jogador do mundo. Os brasileiros muitas vezes já levaram para casa a bola de ouro, e isso pode ocorrer com ele também. Se ele seguisse de exemplo o argentino Messi, que só se preocupa em jogar bola e ser focado somente na partida, os números cresceriam abundantemente. Claro que um atleta profissional é intensamente provocado tanto pela torcida, adversários, imprensa, e muito mais, mas quando esse entra concentrado num certo jogo, rende bem mais. 2017 será um ano de desafios para Neymar, e um deles é ser mais disciplinado e menos desordeiro, porque se tratando de eficiência dentro dos gramados, isso tem de sobra e não há nada do que reclamar, concorda?
Hoje estarei falando de Neymar. Da primeira vez que escrevi um texto sobre ele aqui no blog foi a respeito da ausência do craque na disputa da bola de ouro de 2016. No lugar dele está Antoine Griezmann, do Atlético de Madrid. Mas hoje o assunto será diferente, estou falando dos dois lados de Neymar; De um lado ele é gênio, driblador, um ótimo finalizador, assistente, ousado e alegre dentro das quatro linhas, que esbanja habilidade com a pelota nos pés, e que principalmente não se intimida e não se acovarda diante dos tantos marcadores que fazem de tudo para afligir e atormentar a vida da joia do Barcelona.
Mas do outro lado está seus pontos negativos; que faz faltas perigosas nos adversários, temperamental, conflituoso, briguento e que por vez em quanto se arruma em certas confusões com outros jogadores. E isso está presente nele desde quando era comandado por Dorival Jr, em 2010, e de lá para cá, parece que não mudou tanto sua conduta. Naquela época a diretoria errou feio em demitir o então técnico do Santos, e deveria punir também Neymar, e não "passar a mão" na cabeça do jovem. Não estou falando em mandá-lo embora, e sim que ela deveria ter mais pulso quanto ao atacante. Quantas vezes você, que acompanha o futebol, viu Neymar metido em algum desentendimento ou enfrentamento com demais atletas numa partida? Muitas, não é? Exemplos não faltam, como aquele recente jogo contra a Colômbia, em 2015, no jogo contra o Granada, pela Liga Espanhola, na partida contra a Ponte Preta, em 2013, ou contra o Alético de Madrid, quando foi pra cima de Juanfran.
Esse será um ano na qual participará de titular nos jogos da seleção brasileira, nas eliminatórias para 2018, e a amarelinha está em boas mãos, comandada por Tite. Todos conhecem do que é capaz. Além de um ótimo professor, é um gestor de pessoas, o que quase não se vê no cenário nacional atualmente. Ele é muito capacitado pra fazer com que Neymar possa mudar seu comportamento dentro e também fora de campo, quando muitas vezes também é muito polêmico no que posta nas redes sociais. Acredito muito que isso dê certo, e a gente torce que o resultado seja positivo.Neymar tem muita personalidade e talento para um dia ganhar o prêmio de melhor jogador do mundo. Os brasileiros muitas vezes já levaram para casa a bola de ouro, e isso pode ocorrer com ele também. Se ele seguisse de exemplo o argentino Messi, que só se preocupa em jogar bola e ser focado somente na partida, os números cresceriam abundantemente. Claro que um atleta profissional é intensamente provocado tanto pela torcida, adversários, imprensa, e muito mais, mas quando esse entra concentrado num certo jogo, rende bem mais. 2017 será um ano de desafios para Neymar, e um deles é ser mais disciplinado e menos desordeiro, porque se tratando de eficiência dentro dos gramados, isso tem de sobra e não há nada do que reclamar, concorda?
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