Drible: A magia do futebol
Não tem jeito, quem realmente gosta e admira o futebol, adora também elásticos, canetas, "meia-luas", "chapéus", entre outros dribles, e isso faz parte do futebol.
O Brasil é um dos países em que isso era muito frequente, pois quase sempre nos deparávamos com a "ousadia e alegria" dos nossos jogadores. Exemplos de jogadores habilidosos brasileiros não faltam, são eles: Ronaldinho Gaúcho, Zico, Ronaldo, Garrincha, Pelé, Robinho, Kaká, Djalma Santos, entre outros.
Antigamente, isso era muito normal nas partidas de futebol. O drible se juntava a qualidade técnica e individual de nossos jogadores, e o resultado era espetacular. Partidas em que mesmo havendo o drible, havia também outras qualidades, como o chute preciso, a cabeçada certeira, a rápida velocidade, visão de jogo e um posicionamento tático excelente.
O brasileiro ainda tem orgulho daqueles velhos tempos de Ronaldinho Gaúcho, que chegou a ser aplaudido de pé pela torcida do Real Madrid enquanto jogava com o Barcelona, de Ronaldo fenômeno, sempre muito decisivo nos momentos mais importantes, de Kaká, que apesar de ser meio campo, chegava muito bem ao ataque e fazia a diferença, entre outros jogadores.
E isso deveria virar rotina aqui no Brasil, mas infelizmente nossa realidade é outra. Atualmente, os dribles estão cada vez mais escassos, junto também com outros quesitos que citei anteriormente, como a qualidade técnica e tática.
Poucos jogadores brasileiros ainda fazem uso dos dribles nas partidas do futebol. Não posso deixar de citar Neymar, que hoje é nossa principal estrela e principal jogador. A seleção brasileira, atualmente, depende muito dele. Ele, apesar de jogar em um dos melhores times do mundo, o Barcelona, que prioriza muito mais o toque de bola e o posicionamento tático, não deixa para trás os dribles. Além disso, as partidas em que o Neymar está, ficam muito melhores, pois ainda carrega o "DNA" brasileiro de antigamente. Outros jogadores também fazem um pouco disso. São eles: Gabigol, Gabriel Jesus, Philippe Coutinho, e Willian.
Um dos fatores para isso "acabar" nas partidas de futebol, é a nova filosofia dos técnicos brasileiros. Pois atualmente, a maioria deles, opta pelo toque rápido de bola, e de não "segurar" muito ela. Até nas categorias de base isso está acontecendo, e os nossos jogadores estão perdendo a individualidade. E isso está errado.
Não podemos aceitar que o futebol moderno tome conta do jeito de jogar de antigamente. Eu ainda acredito nessa nova geração de jogadores que por aí está surgindo. É claro que só o drible e a individualidade não resolvem partidas, mas é isso o que tona o futebol melhor. "Obras de arte" pelos gramados brasileiros e mundiais deveriam ser feitas e criadas por todos os jogadores. Se o gol é o momento máximo do futebol, o drible então é a alma do esporte, e os jogadores ainda tem que continuar trazendo alegria para todas as pessoas, afinal, o futebol, antes de tudo, é diversão.




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